WEBVTT

1
00:00:05.800 --> 00:00:10.212
SCIR significa Self-Certifying Identifier Reference.

2
00:00:11.717 --> 00:00:19.484
Ele identifica um objeto e permite verificar o vínculo entre seu identificador
e o material certificante apresentado.

3
00:00:21.008 --> 00:00:24.143
O mesmo envelope distingue quatro classes.

4
00:00:25.967 --> 00:00:30.053
IDENTITY referencia uma identidade vinculada a uma chave pública.

5
00:00:32.175 --> 00:00:40.786
ALIAS referencia um texto canônico que funciona como ponto de encontro para
descoberta por interesses. Diferentes interesses podem ter seus próprios

6
00:00:40.786 --> 00:00:46.720
aliases, um participante pode se associar a vários e uma consulta pode
encontrar múltiplos candidatos.

7
00:00:48.842 --> 00:00:51.895
MULTICAST referencia uma transmissão lógica.

8
00:00:54.008 --> 00:00:55.843
GROUPCAST referencia um grupo.

9
00:00:57.967 --> 00:01:04.666
Para multicast e groupcast, o identificador deriva de material imutável de
gênese.

10
00:01:06.175 --> 00:01:12.454
O primeiro byte contém a classe nos dois bits inferiores. Os seis bits
restantes devem ser zero.

11
00:01:14.383 --> 00:01:20.119
Os dois bytes seguintes identificam a suite de referência, com o byte mais
significativo primeiro.

12
00:01:22.050 --> 00:01:26.659
Depois vem o identificador, cujo comprimento é definido pela suite.

13
00:01:28.592 --> 00:01:36.057
O SCIR completo contém três bytes de cabeçalho mais o comprimento do
identificador definido pela suite.

14
00:01:37.592 --> 00:01:46.497
As suites atuais usam identificadores de 32 ou 48 bytes, produzindo
referências de 35 ou 51 bytes.

15
00:01:48.008 --> 00:01:51.155
Novas suites podem definir outros comprimentos de identificador.

16
00:01:52.675 --> 00:01:56.425
A tabela compara as cinco suites de referência atuais.

17
00:01:57.967 --> 00:02:07.951
Elas usam Ed25519, ML-DSA ou uma combinação de ambos, com o hash e o
comprimento do identificador indicados em cada linha.

18
00:02:09.467 --> 00:02:17.338
Os tamanhos de chave pública se aplicam a IDENTITY; o hash e o comprimento do
identificador se aplicam às quatro classes.

19
00:02:20.175 --> 00:02:29.072
Autocertificação significa que podemos recalcular o identificador a partir do
material certificante apresentado e comparar o resultado com a referência

20
00:02:29.072 --> 00:02:29.602
esperada.

21
00:02:30.925 --> 00:02:36.614
Para IDENTITY, primeiro validamos a codificação canônica da chave pública.

22
00:02:37.925 --> 00:02:42.848
O Strong ID resulta do hash de um domínio fixo, da suite e dessa chave.

23
00:02:44.175 --> 00:02:51.524
Um ALIAS permite procurar participantes associados a um interesse, em vez de
selecionar uma identidade individual antecipadamente.

24
00:02:52.842 --> 00:03:01.166
A relação pode ser muitos para muitos: vários participantes compartilham um
interesse e cada participante pode ter múltiplos interesses.

25
00:03:02.467 --> 00:03:11.801
A aplicação define o significado desses interesses; o PRP trata o texto
canônico usado para formar cada referência.

26
00:03:13.133 --> 00:03:17.336
Para um ALIAS, o material certificante é texto canônico.

27
00:03:18.842 --> 00:03:23.985
Primeiro aplicamos normalização Unicode NFC e codificação UTF-8.

28
00:03:25.300 --> 00:03:27.645
O comprimento conta bytes, não letras.

29
00:03:28.967 --> 00:03:33.088
Maiúsculas, pontuação e espaços continuam significativos.

30
00:03:34.425 --> 00:03:40.323
Aqui usamos um vetor da especificação e a suite com SHA-256.

31
00:03:41.633 --> 00:03:48.692
O hash recebe um domínio próprio, a classe, a suite, o comprimento e o texto
canônico.

32
00:03:50.008 --> 00:03:54.919
Repetir o cálculo produz exatamente a mesma referência.

33
00:03:56.258 --> 00:03:59.068
Isso comprova o vínculo com aquele texto.

34
00:04:00.383 --> 00:04:06.966
Um SCIR contém uma classe, uma suite de referência e um identificador definido
pela suite.

35
00:04:08.800 --> 00:04:13.990
A autocertificação verifica o vínculo com o material certificante apresentado.

36
00:04:15.800 --> 00:04:16.845
PRP.

